Acordaram-me às 07h30 da manhã para tomar banho e vestir de novo as cuecas brancas transparentes e a bata que mostre toda a parte de trás. Mal me deito para descansar um pouco e vêm logo buscar-me, lá fui eu de novo no tão pavoroso elevador, passar de novo nos corredores até chegar à porta do bloco, onde me meteram a touca no cabelo e preparavam-me para trocar para a maca do bloco, que como já referi na 1ª operação era muito estreita, lá estava eu a começar a entrar naquela maca que nos transfere para a outra maca, quando reparo que tenho que erguer a cabeça para não me magoar, eu não cabia naquilo (comentamos que ia acontecer essa situação na 1ª operação), lá me conseguir passar. Quando chego a porta onde iriam operar-me, comentaram que as coisas ainda não estavam prontas, então a enfermeira levou-me para uma sala como se fosse uma sala de espera para entrar, que tinha uma porta de acesso ao sitio onde ia ser operada, passados alguns minutos entrou a anestesista que me tratou na 1ª operação e que veio falar comigo no dia anterior, ela é muito simpática e muito atenciosa, mas infelizmente não sei o nome dela, porque sempre me foi apresentada como a anestesista. Ela começou a preparar as coisas para me colocar o catétere e pouco tempo depois começa a mexer na minha mão esquerda para encontrar a veia e comenta que eu ainda tinha a marca da 1ª operação, encontrou a veia e meteu ocatétere. Vejo-a a espetar a injeção para me adormecer e logo no momento começo a sentir-me zonza, a lâmpada que estava virada para mim não estava quieta e claro depois não me lembro mais.
Foram 6h de cirurgia, o meu acordar foi mais calmo e pacífico do que o outro, mal acordo vejo logo tudo bem, vejo que tenho uma enfermeira comigo ali se precisasse de alguma coisa, a primeira coisa racional que pensei logo foi ver se conseguia mexer as pernas, para meu alívio conseguia, nem tinha praticamente dores nenhumas, estava a sentir-me mesmo bem, mas por precaução ainda estive no recobro algum tempo antes de ir para a unidade. Eu tinha na mesma a máquina da morfina, que quando tivesse dores carregava e lá vinha a morfina para o meu sangue.
Foram 6h de cirurgia, o meu acordar foi mais calmo e pacífico do que o outro, mal acordo vejo logo tudo bem, vejo que tenho uma enfermeira comigo ali se precisasse de alguma coisa, a primeira coisa racional que pensei logo foi ver se conseguia mexer as pernas, para meu alívio conseguia, nem tinha praticamente dores nenhumas, estava a sentir-me mesmo bem, mas por precaução ainda estive no recobro algum tempo antes de ir para a unidade. Eu tinha na mesma a máquina da morfina, que quando tivesse dores carregava e lá vinha a morfina para o meu sangue.
Passado, mais ou menos, 40 minutos vêm fazer-me algumas perguntas para perceberem o meu grau de lucidez e logo perceberam que estava pronta para ir para o quarto. Vieram buscar-me, passei por muitos pais das crianças que estavam à espera de notícias à porta do bloco operatório, todos com a preocupação nos olhos.
Cheguei ao meu quarto e os meus pais ainda não tinham chegado, fiquei um pouco triste, mas foi algo que passou logo quando os vi a atravessar a porta da unidade. Sempre com imensa sede e os lábios secos tive de esperar até à hora do lanche para ver se tolerava a comida. Quando veio, comi um pouco e logo percebi que não estava enjoada nem nada, que podia comer normalmente. O resto do dia foi pacífico, eu só queria dormir por causa da anestesia, mas sempre que vinha dores eu acordava e carregava o comando para vir a morfina.
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